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“Que África, que São Tomé e Príncipe estamos a construir para nós e para as futuras gerações?”

"Que África, que São Tomé e Príncipe estamos a construir para nós e para as futuras gerações?" A Semana Social, que decorreu em nossa Diocese nos dias 27 e 28 de Novembro, uma actividade realizada em parceria com o Grupo Mosaiko o “Instituto para cidadania”.

 

Aconteceu nos dias 28 e 29 de Novembro, no Salão Paroquial da Conceição, a Semana Social com o tema “Desenvolvimento Sustentável”. O evento, promovido pela Diocese com a cooperação do Instituto Mosaiko acolheu os representantes de todas as paróquias da nossa Diocese, das organizações da sociedade civil e do governo.

Os dois dias intensos de reflexões trouxeram os seguintes temas ligados as realidades do País, tais como:

– Os contextos do Desenvolvimento Sustentável no mundo e em São Tomé e Príncipe;

– A má nutrição;

– As estratégias e políticas sociais;

– A cultura e espiritualidade ecológica;

– A transparência governamental na gestão dos recursos naturais;

– A pesca e agricultura sustentáveis;

– O contributo da Encíclica Laudato Sí para o Desenvolvimento Sustentável.

Todos estes assuntos se fizeram ecoar nas intervenções pertinentes dos participantes e dos facilitadores dos temas. Ao encerrar o encontro, o Director Geral do Instituto Mosaiko, Pe. Frei Júlio Candeeiro, da Ordem dos Pregadores, que moderou o último painel, ao falar do contributo da Laudato Si, deixou uma questão aos que estavam presentes: “O que cada uma, cada um pode fazer a partir do que ouvimos, reflectimos nestes dois dias? Que compromissos vamos colocar em prática, lá nas nossas comunidades? Nossa missão recomeça agora, precisamos juntos cuidar da nossa casa comum“, falou o sacerdote ao deixar também uma mensagem de gratidão aos organizadores da actividade, à Diocese e ao Bispo D. Manuel António dos Santos pelo acolhimento e disponibilidade, e a cada uma e cada um dos participantes.

Para o Bispo Diocesano, os encontros “em todos os aspectos foi, de facto, significativo este momento e verdadeiramente por todos vividos com muita intensidade e oxalá possamos ter outros momentos de encontros, de reflexão, de aprofundamento da nossa realidade de cristãos e do modo de como vivemos a nossa fé não apenas na Igreja, levantando as mãos para o alto, mas também no Mundo, estendendo as mãos para os irmãos e para a natureza.”